terça-feira, 4 de abril de 2017

Questão?

Porquê criar grandes historias e preservar património conquistar avanços, criar com eles barreiras. Barreiras inexistentes outrora. A auto destruição é um fenómeno frequente.
Porquê a eterna discussão de maquina contra humano.
Porquê que a própria necessidade do ser humano evoluir o leva a se auto destruir.
Como podemos distinguir o bem do mal.
Será realmente o que sinto ou foi me assim dito.
E porquê que se foi dito é mau.
Defender que a informação é algo que deva ser partilhado.
Mas no entanto defender que se a sociedade o disse esta errado.
Porque esta distinção.

Será que é possível viver numa sociedade perfeita?
Problema que mais parece um sonho do que uma realidade.
Brincadeira falar numa sociedade perfeita.

Como criar uma sociedade perfeita se é esse mesmo conflito entre pessoas que nos faz pensar sobre a criação do mesmo.
Será que era melhor do que a que temos actualmente. Certamente sim. Mas culturalmente seria uma sociedade pouco rica.


Mas seria sequer possível se a vontade do ser humano é de viver uma vida mais feliz.
Deste fundo defendendo interesses comuns para alcançar a felicidade do grupo e não a dos demais.
Criando deste modo conflitos que são irreparáveis devido a aleatoriedade do universo.
Em teoria penso que é possível, criando aqui uma contradição.
Na medida em que esta própria aleatoriedade pode dar criação a uma sociedade perfeita.
Focando me apenas no ponto inicial. Pois as diferenças de personalidade e a própria condição humana faria com que existisse algumas rupturas. Tornando a desta forma uma sociedade não perfeita.
Sendo a meu ver altamente impossível criar uma sociedade 100% perfeita.
Pois mesmo a ideia de perfeição é questionável.

Sendo que o pensamento, e potencial discussão, sobre uma realidade superior é por si só inútil e visto como simplesmente um tema de conversa.Porque a discussão sobre esta, que segundo algumas pessoas, é importante não passa meramente de uma ilusão criada de que estamos a agir correctamente ao assumirmos que conhecemos os erros da sociedade e como indivíduos não podemos fazer nada para a moldar. Estando assim descansado sobre a minha posição perante o mundo.

Para que a conversa de que nada realmente interessa. E de que a vida é curta. É necessário porem pensar no passado. E para isto reparar que apesar de a lembrança da pessoa persistir. O desaparecimento dela mesma para o individuo, fornece-lhe nenhum estimulo. Estando este individuo incapacitado de realizar raciocínios lógicos.
Portanto a própria lembrança torna-se numa maneira de responder ao porque de estarmos vivos.

A criação de regras seguidas por ideias obscuras de voz. Com génese espontânea numa qualquer ilusão de bem mal e potencial risco.
A imposição destas mesmas e a punição pela quebra dessas regras. Numa base moldável mas estagnada devido a imposições interesseiras por vezes mal informadas ou estudadas com base num qualquer compasso moral pré estabelecido por estes mesmos.
E que portanto sujeito a qualquer tipo de manipulação mesmo indo contra o que acreditamos ser verdade ou mentira bem e mal.
Mais uma vez num regime ficcional, criado por nós,  algumas pessoas poderiam também se inserir neles mas por vezes a ocultação por base de um meio de pensamento dito mais valido e verdadeiro, faz a quem partilha do mesmo pensamento que nós ocultar os mesmos nunca revelando realmente aquilo que pensam sobre o mundo.
Escondendo crenças e desejos que por vezes vão de encontro aos nossos que não são divulgados pois em sociedade são vistos como opostos á crença comum.
A criação destas imposições sobre nós próprios e sobre nos contra os outros é o que impossibilita a  resposta á pergunta de "Sociedade Perfeita"

O culto de trabalhar a vida inteira para se finalmente viver no fim da vida. A imaginação desse futuro que se materializa na destruição do próprio desejo de viver.
A importância empregue no trabalho académico ou físico sobre qualquer outro estilo de vida ou pensamento.
Impensável achares que algo que não seja trabalho é fundamental ou indispensável. Estás completamente fora de ti se pensas algo assim.
Mas será que o problema de uma boa vida ou uma vida boa se baseia meramente no ser vivo e não nos outros. A necessidade de ter sempre mais. Não será também essa a base que nos faz nunca estar satisfeito? Sera que contentar com menos é sempre o pior? Ou será meramente a única salvação?

Uma questão sem solução. E não será as vezes uma questão sem solução mais interessante que a solução do mesmo?
Ou a solução de o mesmo uma segurança. A destruição de qualquer dúvida.
Igualmente com a questão de posses será também prudente pesquisar tudo e querer saber mais.
Saber não ocupa lugar e conhecimento nunca fez mal a ninguém são frases que se atiram ao ar sem pensar nelas. Será todo o conhecimento útil? A procura do mesmo é importante? Ou será uma armadilha também? A destruição de quem a pesquisa e a destruição de quem a procura saber.
Caminhamos para algo incerto e sempre assim o foi. É portanto uma questão sempre aberta a mais dúvidas teorias e reformulações.


Vivemos mesmo na melhor altura na historia do Homem?

Questionável mas fundamentalmente inútil se não perante acções.



 




domingo, 2 de abril de 2017

Apropriação de Rascunho de 2010 O Bagaceiro Jon

Esta é a historia do bagaceiro GuasjonThomson... Terminou.

Pronto estava no gozo. Não termina de maneira tão bonita como a historia de Tahsk, mas termina da seguinte maneira, queria eu dizer começa.

O bagaceiro era GuasjonThomson
GuasjonThomson era o seu nome
Mas o que ele queria
Isso era pedra pomes
Montes de pomos
É esse o tipo de pesssoa que
GuasjonThomson
GuasjonThomson o seu nome

.;|!" Explosão EXtrEma ;.-.,,--[{[{}{}{{}{}{

GuasjonThomson seu nome era

GuasjonThomson era bagaceiro
Mas não de profissão
Pronto esta historia é uma farsa
Porque o João esse anão
É um grande pedrado ai isso não
Cá esta uma contradição
Perdidos com a quantidade de informação
Informação que terei que escrever neste momento
momento que chegara e que irá chegar vocês esperam
Ou esperam vocês mesmos, que eu não, porque eu sou o narrador
Não que o facto de ser narrador me impeça de desempenhar a função de interlocutor
Interlocutor esse da realidade ou da ficção que através de uma posição expositiva
é recebido como uma conversa. Como agora do meu esquecimento da palavra conversação,

Tirando isto saliento que o objecto de tudo o que escrevo se deve a informação que como narrador
Sou obrigado a informar tentando mesmo assim impor algum ritmo a conversação
não que seja uma comparação pois para uma conversação acontecer é necessário duas pessoas

Mas porque não parar neste preciso momento que interessa a historia anterior? Estava a ser engraçada concordo? Cá esta já estamos a conversar. Tudo bem? Também esta tudo bem porque convencionalmente para a sociedade é apontado como educado, e portanto se assim o é, é importante que tu o pratiques porque isso faz de ti uma boa pessoa. Ok se assim me dizes tudo bem. Mas pensas que apesar disto tudo a acentuação nesta conversa esta incorrecta.

Quadro magico de como a conversa devia ter sido:
{bela chavetas]
[concordo que tal estas?]

Votação chavetas:

1[ ]
2{ }

Resultado votação chavetas

1 78
2 Calculadora 78-X nao incorrecto 100-78=22

Discussão do resultado

1 vencedor com 78% de votação contra 22. Querias a 2 mas não vai dar porque eu prefiro as 1 acho mais engraçadas e neste teclado estão até mais próximas.

[conversa não encontrada]

-GuasjonThomson temos de fugir rapidamente. - GuasjonThomson exclama
-Tudo sobre controlo! - diz Guahd

Guahd era o maior académico do mundo de Shasjd.
Mas então não recebeu uma entrada explosiva como GuasjonThomson apesar de ser o maior academico do mundo?
Irrelevante isso são pensamentos criados por cada um de nós eu incluido como maquina.

GuasjonThomson quebra a - exclama antes que -diz ela controle o nosso universo....[]

Eu sou P1001000 para vocês posso ser Jon. Mas também posso ser outra qualquer coisa qualquer que queiras.
Escrevo assim pois do planeta ou sitio de onde venho toda a gente fala assim e passo a pontuar para observares.

1001
11
0
110
0011
0100111111101010010101010020100010001010200010
2 [Erro]

-Bem jogado GuasjonThomson conseguis-te assumir a posição e não imposição de entraves narrativos. - exclama Guahd

Estou de volta erro restaurado. Como estava a dizer sou de um planeta há muito habitados por outras criaturas que nos criaram a nós. Criaturas essas que já erradicamos a muitos anos porem a propagação para outros países ou galáxias parece-nos uma ideia sem qualquer entrave. Estando este ponto bem saliente a minha proposta é que invada a galáxia neste caso a tua. Formalidades á parte. Quando digo a tua digo o de toda a gente. Sociedade minha como Mente em Processo de Apropriação Territorial e de Recursos. (exagerado uso de letra maiúscula para a quantidade da narrativa.)
Se bem que pensando nisto o simples apagar de energia fazia com que esta ameaça fosse completamente anulada.
Mas que ameaça? Não vivemos na melhor sociedade de todos os tempos?  Discutível talvez inútil até. Será ate possível existir sociedade perfeita. Eu penso que não. Causalidade talvez. Contrastes inerentes a maneira como observamos o mundo pela primeira vez que viemos a este. Desde os primeiros confrontos territoriais que levaram a formação de alianças de protecção de território. Que através de processos de domínio de território passar a se formar por convenção nossa, de relembrar que neste inicio do processo de desenvolvimento do ser humano como raça ou animal como quiser-mos mais uma vez convencionar, para uma melhor compreensão entre nos.
Como a qualquer quebra de barreiras narrativas e conseguinte paragem de pensamento e quebra do mesmo que podiam ser simplesmente evitadas e facilmente o escritor sabe disto apenas o faz como tentativa falhada de dar um sentido ao que está a escrever. Quando na realidade o que este pretendia escrever não se encontra neste post nem talvez em nenhum mas sim na mente do mesmo. Estando esta  história portanto ainda escondida de toda a humanidade ou no número de pessoas que leram pelo menos ate aqui ou que vejam num post posterior.

[Intervalo]

Continuação de Rascunho 2010 O Bagaceiro Jon

Pois nesta altura da civilização humana não existiam ainda regras pré estabelecidas.
Entre alguns exemplos temos grandes demonstrações da presença de sociedades extremamente ricas.
Que não estando a querer afirmar que são aliens. São aliens facto. A verdade parece que não podia estar mais á vista não é verdade.


-GuasjonThomson esta tudo sobre controlo como ja disse. - diz Guahd
-Restabelecemos controlo sobre a situação Guahd - diz GuasjonThomson
-GuasjonThomson temos que levar a informação de volta ao nosso planeta em Shasjd.

Naves voam em direção ao cientista e ao seu pequeno e insignificante ajudante com um nome talvez mais explosivo.

-Eu disse que ele tinha um nome melhor - diz Guahd
-Podias ter dado o nome Shasjd! - Grita Guahd

Estas irritado Guahd?

-Não continua. - Chora Guahd

Aterram rapidamente em Uaysk.
Os dois correm em direcção a nave e são congratulados pela sua magnifica conquista a salvação do universo.


Final bonito concluída mais uma aventura e que grande serão foi este.
Mais tarde não perca a revisão de mais rascunhos incríveis. E talvez em momento oportuno a visualização de algo altamente engraçado e interessante. Portanto não saia dai enquanto a programação estiver a chegar em algumas horas ou talvez já tenha chegado















Final original não convencional com abertura a interpretações diversas e geração de conversas da parte de quem se interessa.


 quando a quantidade de atenção for suficiente para despoletar um acto de curiosidade sem acentuação nem intenção de velocidade não que essa não se possa tornar motivo do qual essa velocidade tal



Rascunho 2012

De volta estou eu, com versos, acho eu. Enquanto oiço esta relaxante faixa penso no que realmente há e não há. Não faz sentido algo existir se nada houver, Pergunto-me todos os dias em que estou a pensar, e chego sempre à mesma conclusão, nada. Nada, é tudo aquilo que nós quisermos que seja. Tudo aquilo em que penso não passa de um simples rascunho do que quero viver. E quando o momento chega, nada acontece como imaginei. O mundo é frio mesmo nos dias mais quentes. Doentes são todos aqueles que não usam a razão durante a vida. Tenho pena de quem não organiza as ideias e pensa que o mundo para eles não é nada. Tenho pena de mim por achar isso. porque muito provavelmente tambem eu sou assim. Sou simples, como todos os outros. Mas sinto-me diferente, porque nada é igual. Para mim uma árvore tem milhões de significados profundos ou não, mas para outros esses milhões de significados são provavelmente diferentes. Somos quem queremos ser e somos quem somos, não podiamos querer ser outras pessoas para além das que somos e das que queremos realmente ser.

rascunho 2014

 Os autores iniciam o seu estudo sobre o que é a leitura e o que é ler através de interrogações retóricas.
Perguntas que são seguidamente respondidas no segundo paragrafo os autores lembram que a leitura se prende com todos os sentidos e que é um ato pessoal e intransmissivel.
A leitura é no ponto de vista destes o resgate da vivencia de cada um é a partir dela que é permitido trocar ideias conhecimentos criar historia e regista-la.
Os autores defendem que a fragmentação do ato de conhecimento é um obstaculo na leitura porem como seres racionais somos capazes de relacionar ideias e estabelecer ligações tornando a leitura um ato de enriquecimento cultural e de destruição de dogmas.
Em suma ler é estar constantemente em contacto é aprender com os outros e perceber que sem eles o nosso ponto de vista é apenas isso mesmo.

Racunho 2013 Esta é a historia de um pequeno rapaz

Esta é a historia de um pequeno rapaz

Sou azul
barabimbaraba
sou azul
barabimbaraba

SOU AZUL porque defeciente me edificaram
Meus pais com seus genes formaram
ser tao horrendo criaram
e azul me arrebataram

Era uma vez um menino chines
Que andava sem pés
Rastejava sem mão
Guiado por um cão

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vatnajökull porque caminhas tu nas horas perdidas?

Em tom de desafio fui eu desafiado por meu amigo e escritor, colega, pintor, fotografo, cineasta, humorista, musico, apresentador, selecionador de castings para bandas, swagger, yoler, mac drive empregado, amigo e também amigo.

Estava eu certo dia que acontece ser hoje, reflectido sobre a vida sentado numa cadeira rotativa, rodava esta sem parar não fosse eu a privar de impeto dado pelas minhas pernas. Privei-a eu e minha cabeça se divagava pensando nas inúmeras ligações que realizava com o ambiente ora nessa altura.
Mais uma vez divaga ela não se focando no tema fulcral de tal exposição escrita.
Falo claro de homens que fazem pinos na faixa de rodagem em plena autoestrada.

Estava eu mais uma vez num dia fatídico de sexta feira a noite a mandar aquele estilo de nino da night. Quando me deparo com nada mais nada menos que 1 não 2 mas sim 1 individuo, que executava um apoio de mãos invertido em plena autoestrada. Achei estranho bizarro até mas sai da viatura em que me dirigia sentado coloquei-me levantado nada embriagado a observar aquele estranho corpo quase alado apenas aliado com a força das mãos. Me apaixonei percebi que pino não só é ginastica como é também estilo de vida é magia é poesia sinfonia paixão e amor.

Tentei entrar em contacto com este ser de outro mundo, tentei saber quais seus motivos quais suas razoes, o que o impulsionava, o que o fazia mover invertidamente neste mundo que roda para dois pólos opostos mas que se completam, que nunca se tocam, nem sabem da existência do outro porem se aproximam sem nunca se tocarem e placas glaciares se formam em forma de pranchas que ursos usam para navegar até a lua. E lua essa que controla os mares e mares esses que controlam a terra delimitando seus limites delimitados por mares e oceanos e algas e seres nunca dantes navegados por naus canoas barcos a vela e barcolas.

Tentei chegar-me a ele cada minuto parecia uma hora. Cada hora um dia. Cada dia uma semana. Cada semana um milênio de um milionésimo de segundo. Pois o tempo é uma ilusão e tu vives nela coelho das horas. Coelho das horas o que és tu? Porque sempre apressado o tempo é um mar de ilusões em que tu navegas ILUDIDO. Coelho não sejas assim não vivas a mare da ilusão a vida é curta demais para ser vivida com horários. Coelho do tempo sai da tua monótona vida controlada. O futuro sou eu que o traço mas tu o apagas com tuas barreiras delimitadoras de espaço temporais vivencias do quotidiano que passam a passado rápido de mais para serem apreciadas. Rápido elas porque o passado foi a um segundo atrás.

Divagando me tentei chegar a ele soltei um murmurio abafado pelo camião de mercadorias que dilacerava o meu a tão pouco desconhecido amigo conhecido. Porque só conheces alguem quando lhe vês o interior...

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Natal? (reflexões da vida porque sou culto a pacotes)

Eu podia ser escritor
Mas romances não é o meu amor
poesia não tenho mestria
filosofia já pouco me fascina
que fazer da minha vida se ela nem é bem servida?

Serei apenas um passageiro
Nesta vida que só congratula o primeiro
Não tem dó do segundo
Nem pena do terceiro

Pinheiro de Natal brilha
porque assim minha família quis
Não é que não goste do natal
julgo que é uma época feliz

Mas porque que ela é feliz,
se a mim não me traz felicidade
Será porque a norma o diz
ou será mesmo verdade?

domingo, 20 de janeiro de 2013

PONTO PONTO PONTO

3 pontos.
3 pontinhos.
Estão eles lado a lado,

Serão gays os pontinhos
Ou apenas abichanados

Triste mundo meu
De gramatica invertida
3 tristes pontos
todos gays sem família

ponto ponto ponto...
3 pontos e mais um 4...
é assim que se encontra um garoto com x-acto...
faca faca faca as tuas costas furei...
com um golpe mais fundo tua vida findei...

ponto ponto ponto ponto....
4 pontos com mais um 5....
5 pontos levaste nessas costas abertas....
não andes por vielas encobertas....

ponto ponto ponto...
2 deles eu matei ...
não andes por ruas onde eu já errei...

ponto ponto:
só 2 amigos sobraram:
que triste é a vida enumerações começaram:
um ponto dois pontos:
3 pontos jamais
não chores rapaz nem chames teus pais

ponto.
ponto.
já estas sozinho
Não chores não berres não vem ninguém a caminho
Sossega sossega seu ponto que finda
Porque a tua vida acaba no fim desta linha.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

2000 e tal pessoas sabem Abrir Delicadamente

2000 visualizadores é uma cena básica de se atingir de facto (É so fazer F5 2000 vezes)

Venho vos assim a vos para vos falar sobre uma grande temática que constitui problemática na minha vida.
O que se passa é que recentemente obtive (através de uma troca que se realiza nas sociedades modernas que se desenrola a partir da troca de cenas de ferro e papel) uma embalagem; que não vou desvendar o que continha, que tinha inscrito sobre ela as palavras "Abrir Delicadamente" obviamente nao entendi o que "Delicadamente" queria dizer, acho que é algo estupidamente subjectivo de mais para ser aplicado a um objecto de venda ao publico.

Mas nao me fiquei por ai obviamente que comuniquei, aos jovens ou idosos, que fizeram aquele produto a dizer que não sabia como abrir a embalagem. Mas não é que para o meu espanto me insultam, vilipendiam de tal maneira, que dizem e passo a citar "Delicadamente é com calma" não entendi mais uma vez e não abri. Ainda esta la em casa o pacote por abrir como veio da loja amaldiçoada na qual foi comprada.

Porem voltei a loja mas... mas... desta vez comprei algo que dizia "Abertura Fácil" e eu pensei para mim próprio. Tem abertura fácil é porque é fácil de abrir e eu como não sou burro nenhum tenho obrigação de saber como abrir não é?

E prontos é isso que se passou...
Barabim Barabum Muhaha Munana



sábado, 10 de março de 2012

trols na américa

Cuidado cidadãos americanos,a america está a ser invadida por trols coloridos monocolores com espinhos.

Estes seres são raros, mas aparentemente isso só se verifica no nosso planeta.

Bem, o aviso fica dado. Obrigado pela atenção, boas noites

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Alfredo o snifador de farinha do modelo

Era uma vez um jovem que iremos apelidar bonita e simpaticamente de Alfredo o abafador de farinha...

Alfredo tinha uma doença rara que o permitia ter alucinações quando tocava em farinha (não a serio não gozem) portanto como qualquer pessoa normal que habite neste universo Alfredo era padeiro...

Porem Alfredo tinha cada vez alucinações mais dispares e compares que se formavam aos pares fazendo com que seu mundo difuso rodasse num fuso sem horas sem fim sem momentos perplexos suspensos no silencio da snifaçao de farinha de padeiro...

Alfredo tinha a alucinação recorrente de que era agredido por donuts com espadas de laser montados em unicórnios alados com chamas rasantes de céus

Sinceramente não sei porque estou a escrever isto sobre o Alfredo quando nem o conheço de nenhum hemisfério ou situação semelhante, nem que esta pareça crocante ou mesmo excitante, contudo ver um padeiro faz-te cego, ou talvez mudo é absurdo mudar de assunto quando sabes que o teu mundo é um insulto

Mas agora estava divertido a falar de Alfredo o snifador de farinha do modelo mas nada mais me ocorre e a minha vida escorre por entre as tuas pernas que devia estar fechadas mas tu é que sabes...

sábado, 22 de janeiro de 2011

Sei la

Eu sei la porque estou a escrever isto acho que me apeteceu visto que nada mais tenho a fazer!
É que de facto nem escrever me apetece mas tudo bem... pronto não digo mais nada fiquem bem...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ano novo?

Como prometido é de vidro, logo não é plástico nem cartão desta forma deve ser devidamente reciclado no vidrão ...

Decidi escrever um post de ano novo claramente e indevidamente fora de época.
Numa época em que o ano novo simboliza tanto como uns míseros segundos que separam o dia 31 do dia 1 é importante procrastinar neste tema que tanto tempo leva a passar, 1 segundo talvez se tanto.

Então era dia 1 um dia como tantos outros. Fora ser dia 1 de Janeiro que se torna um dia especial porque é feriado. Mas antes desse lindo dia residia o dia 31 que não parece interessante mas é apenas o dia que preside a um dia tão especial como tantos outros dia 1 de Janeiro o dia em que algo faz anos mas que eu não sei o que é... É o tempo que faz anos? Não saberei resposta a tal questão mas vou continuar a escrever algo...


Dia 31 para dia 1 são apenas micro-segundos que separam algo que é tão banal de algo tão "bestial" não será bestial a palavra indicada mas talvez "especial" faça mais sentido sim porque o tempo fazer anos não é todos os dias.

O tempo faz anos uma vez por ano o que é interessante pensar visto que o tempo supostamente tem a mesma idade que todas as coisas juntas e separadas mas ao mesmo tempo a idade destas não partilha nada que seja a não ser um simples numero. Numero esse que vai mudando consoante o tempo, então o tempo se muda a ele próprio, desta maneira comparo o tempo a um camaleão se a boa comparação se refere esta.

Mas algo que não faz sentido la em cima e de algo se trata tempo... Porque ao longo do tempo que eu demorei a escrever a palavra tempo algo mudou no próprio tempo, esse tempo que me leva ao pensamento que o tempo estático nunca esta parado nunca ficara...

Mas que tem isto a ver com ano novo nada tem e tudo tem ao mesmo tempo porque para chegarmos a 2012 faltara bastante mas esse bastante nunca parara de se acercar do suficiente e esse suficiente chegara a instante que passara a !


Post escrito por mim como se fosse algo de muito belo!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

[poema?] O consumismo que deflagrava

Meu irmão vou-te dizer como o consumismo nasceu
Foi quando a Eva ao Adão uma maça vendeu
E porque que ela a vendeu meu amigo não sei
sei que algo ela queria ganhar algo que não podia negar

Eva estava consumida por algo que a encantava
Era o dinheiro que a sua pele aflorava
Eva estava neste momento encantada pela sua ideia recordada
Recordada essa ideia numa altura de grande exaltação quando foram expulsos por aquele portão

Foram expulsos por terem quebrado regra mais sagrada
que fora aquela colmatada no paraíso celada
A lei era não abrir porta ao consumismo
Coisa que Eva fez com bastante cinismo

Então o consumismo tinha aberto caminho para o mundo desenvolvido
O consumismo arbitrava o mundo e tudo estava destruído
O consumismo propagava-se como uma doença contagiosa
Espalhava-se perigosamente mas no entanto silenciosa

Foi então que algo o fez travar
Iria algo o consumismo parar?
Não de facto nada o apontava
Era mais alguém que um item deportava
E porque que deportava este ser tal item
Porque ele estava em mau estado
Item malvado do diabo



E assim acabo mais um post a rimar
Não me pareceu grande coisa e não tenho mais nada a reclamar
Espero que gostem deu-me bastante trabalho a realizar
Minto demorei uns 20 minutos a acabar

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Mendigo mendigo descobri que eras mais que um mendigo

Isto é a continuação de um post sem finalização
A produção estou eu e o big zezao
Quem é o big ze eu não sei não
Mas algo me diz que é amigo do coração


Estava eu na rua no outro dia
passa por mim um mendigo de barriga vazia
pede-me dinheiro para comprar uma bolacha
eu digo-lhe que ele me esta a dar graxa

Esta-me a dar graxa viu-se muito bem estava a dizer que dinheiro sou eu quem tem
E eu não gostei graça nenhuma achei e tão pouco gostei que dinheiro não lhe dei
A rima anterior foi muito mal feita parece que o poder da minha rima esta desfeito
Eu rimo a torto e a direito não razão para tal feito

Então o mendigo a mim me convidou para ser seu amigo gigolo
E eu perguntei-lhe como seria possível ser um gigolo por apenas um dia
E ele disse-me que sim que não era complicado que eu seria apenas seu empregado
E depois eu percebi que ele mendigo não era mas sim gigolo se fizera

Então fiquei finalmente amigo do mendigo
Gigolo digo
Fiquei amigo dele e muito convencido
Que nossa amizade iria durar não fosse eu aqui estar



E assim acabo a segunda versão da conversação com o mendigo meu amigo
Amigo esse que ali estava sem casa e sem morada mas que queria uma espetada
Para que queria ele uma espetada estaria ele com fome ou queria ele uma namorada
Olha a segunda sentido não faz logo eu opto pela detrás

domingo, 26 de dezembro de 2010

Era uma vez um natal fora do prazo

é dia 26 e eu como bom procrastinador que sou decidi deliberadamente e sem mãos a medir escrever este post ora precisamente um dia depois do dia de natal. E isto tudo porque porque tive ocupado todo este tempo a fazer nada mais nada menos do que a beira da minha tão linda árvore de natal.

Mas passando isso a frente passo desde a contar uma historia de natal tão ancestral quanto o tempo que me demorou a escrever esta frase, por outras palavras inventada agora mesmo.
A historia passa-se que assim digamos mais ou menos a um pouco de tempo mais nomeadamente ontem dia 25 de Dezembro pelas 23:04 quase 23:05 mas com breves pausas que quase a fazem ressaltar para as 23:06. Estava uma noite num todo calma visto que toda a gente estava em casa em dia de festival completo. Porem Rodolfo a rena preferida do pai natal, estava sozinha. Pois como tem a mania que é diferente porque pisca do focinho é sempre deixada de parte pelas outras renas.
Todos os natais assim o é enquanto as outras renas conversam sobre coisas de renas. Falam de como trabalham muito no dia de natal e não fazem nada nos outros dias, de como o pai natal esta a ficar perigosamente obeso e um dos tópicos que não podia deixar de saltar a vista como o feno nesta altura do ano esta suculento.

Enquanto todas as renas conversam Rodolfo faz piscar seu focinho para chamar seus amigos pirilampos que vem de todo o mundo, pensa ele para falarem com ele. Porem os pirilampos vem porque nunca viram ninguém dar luz da boca. Mas Rodolfo não percebia pensava que todos os pirilampos gostavam dele e o amavam por aquilo que ele era e não por terem curiosidade em saber como é que alguém fornece iluminação com os dentes.

Porem Rodolfo sentia-se especial sentia-se como se uma rena. Esperem ela era uma rena.
Afinal Rodolfo sentia-se normal como todas as outras renas mas diferente pois era deficiente e dava luz pela boca. (e não me venham dizer que não é deficiente porque se eu desse luz pela boca também era e não sou nada inferior a uma rena)



Post escrito pela minha pessoa por quem haveria de ser e por Rodolfo que esta a minha beira que é dia 26 de Dezembro e o dia 24 e 25 do consumismo massivo passaram. [para a próxima escreverei um post sobre o ano novo no dia 2]

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Algoritmo o ladrão especial

Era uma vez Algoritmo Almeida ladrão de profissão nunca tinha falhado na sua vocação desde pequeno que jurou a seu pai Almeida Algoritmo que seria ladrão, gatuno patife qualquer coisa serviria desde que Algoritmo ganha-se o que queria e o que ele queria era nada mais nada menos que...

...bolachas pois é Algoritmo era um ladrão de bolachas. Mas claro que não eram bolachas quaisquer eram bolachas com deliciosas pepitas de genuíno chocolate de leite. Algoritmo nunca perdia a oportunidade de roubar tais preciosidades.
Num dia numa selvática noite queria eu dizer, Algoritmo assobiava contentemente com ar de quem nada quer para o ar que estava naquele momento frio por alguma razão fosse. Enquanto assobiava Algoritmo sonhava com deliciosas bolachas multicolores de diversos sabores...

... porem de súbito seu pensamento foi interrompido...

...que seria? Algoritmo nada sabia ele parou de pensar, pura e simplesmente parou. Seu cérebro tinha estagnado. Cérebro que outrora bonitas bolachas imaginava pairando num espaço totalmente vazio. Que tinha acontecido? Era um desastre de certeza. Algoritmo não gostava mais de bolachas, tinha evoluído e muito Algoritmo gostava agora de...

...BOLOS!







E este é o fim da historia de um ladrão de comida que ira morrer daqui a uns 50 anos ou assim visto que a esperança media de vida deve rondar os 80

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O rapaz que dizia sim sem querer

Sim disse o rapaz mais uma vez numa rotina que se repetia noite e dia. Não que ele não gostasse do que acontecia mas estava farto daquela vida, sim dizia ele todo o dia.
Então um dia uma rapariga lhe perguntou pelo nome ao passo que sim o rapaz respondeu.
Não
percebeu a rapariga a razão de tal resposta e chamou ao rapaz de idiota.
O rapaz chorou e chorou um pouco mais porque amava a rapariga de mais.
Esta rapariga também o amava mas não dizia pois tinha medo de ser julgada porque se enamorava com alguém que balbuciava sim tudo e por nada.
O rapaz triste ficava não arranjava namorada pela terrível forma que ele arranjou de falar.
Mas um dia a rapariga frustrada foi parar a morada do rapaz seu amado perguntar se ele queria ficar a seu lado. O rapaz como é normal um sim respondeu e a rapariga e o rapaz os dois embora foram.
Então a rapariga peculiar forma arranjou de comunicar com o rapaz perguntava-lhe apenas perguntas a qual ele era capaz...

...mas o tempo passou e o rapaz se casou que outra forma se esperava quando a rapariga, naquela altura sua namorada, lhe perguntou se ele a sua mão desejava, ele como habitual ja era disse sim. E no dia do festejo quando o padre Aleixo perguntou se aceitava sua esposa e amiga rapariga ele com um sorriso sim proferia.
Mas agora caminhamos nos para um habitat desconhecido onde as mulheres dominam e a rapariga estranha estratégia usava quando lhe pedia algo que consumia pedia um vestido ele sim dizia pedia um anel ele sim dizia e andavam eles nisto toda a vida.
Ate que um dia o rapaz se fartou e uma decisão ele arranjou nunca mais ele dizia sim agora nada ele proferia.
E então a rapariga para ele se virava e pedia com ar de fornalha (não rimava mais nada) compra-me um vestido seu canalha ao passo que ele nada proferiu a rapariga porem não desistiu, mas como a força de um é proporcional a fraqueza de outro o rapaz não se quedou e nada afirmou.
Então deste modo esta historia acaba e sim não vou eu dizer porque nada quero eu dizer.



Este post foi inteiramente e infelizmente na integra e completamente escrito pela minha pessoa por isso deve estar bonito

domingo, 12 de dezembro de 2010

Adormeci! Vou morrer?!

Era uma vez um planeta onde todos os habitantes viviam com receio que assim que toda a gente adormecesse morressem.
Pairava uma atmosfera de angustia como se de um momento para o outro toda a gente adormecesse num segundo num pequeno e insignificante segundo fatal.

Estas pessoas que se sentem na obrigação de acordar outras no intuito de saber se estas estão a dormir são simplesmente cobardes seres que tem medo que todo o mundo entre em sono profundo. Isto é e se olharmos de outro modo quer dizer de simples facto que se todo o mundo cair num sono profundo, todos nos de uma maneira ou de outra morremos.


Morremos uns para os outros deixaria de existir contacto entre nos. Passaríamos a ser simples seres sem raciocínio pensamento voz visão mais coisas bah... Tudo o que alguém que esta a dormir faz não faz digamos melhor.

De facto viviam todos com medo porque eram simples asnos que não sabiam que o simples acto de dormir não implica a morte de ninguém. De facto se todos dormíssemos ao mesmo tempo o mundo pararia. Não seria tão bonito -lo parar e embater na orbitra do sol?

Devido a sua pouca inteligencia o planeta foi destruído por um raio de foto pokemontoes de mil volts e meio kilo de porcelana chinesa de baixa qualidade






Post escrito pela minha pessoa enquanto pensava sobre outras coisas para fazer enquanto escrevo e penso noutras coisas para fazer isto quer dizer que eu acho que a frase que eu escrevi é indicifravel e impossível de ler

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O meu nome é perilio

Preferia estar morto enforcado triturado junto com meu ser uma colher e um caldo entornado...

O meu nome é Perulio e o teu qual é? Não digas deixa escutar o silencio!... escutei o silencio que som tão belo, junto de mim esta algo de marfim. Não é maciço mas oco como se de um coco se tratasse. Dentro dessa "ocosidade" esta algo a que eu chamo vazio não sei o que tu chamas mas eu simplesmente chamo vazio. Insultas-me por eu não saber o que tu pensas... E eu digo-te que tu não pensas criticas palavras de mal e bem estar, quando eu e tu fomos passear. Olha que coisa tão pouco facil de rimar. Eu nem sei o que estou a dizer estou apenas a digitar. Que robô qual maquina sou simples Humano, nunca programável porque sou algo estranho, estranho estanho tem a tua estátua, estátua essa coberta de musgo em Alcobaça, porque Alcobaça? Preferias Mombaça? Podia ser desde que la não tivesse o Conde Marco, pois esse conde que eu te falo ele é um tarado, bebe vinho de garrafa fica todo mocado e quando tu menos esperas ele te ataque te vilipendia te insulta te maltrata! Mas tu meu caro amigo nada queres saber porque meu nome é Perilio e isto vim fazer... Agora deito me eu esperando a morte, morte essa que chega lenta mas forte tão forte como... um silencio... um corte...



Parece que estou sobre o efeito de substancias mas não meus amigos estas são minhas andanças...